Sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
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Devido aos altos índices de infestação do mosquito da dengue no estado e conseqüentemente na região Oeste, a secretaria de saúde de Nova Aurora, município que também teve um aumento no índice, e ainda um caso registrado da doença importado, promoveu nos últimos dias diversas ações, através da Vigilância em Saúde para tentar diminuir os focos do mosquito da Dengue no município.
Além do trabalho de orientação junto às escolas, houve ainda através das equipes de endemias, Vigilância em Saúde e Limpeza pública, visita as residências com intuito de recolher os recipientes que servem de criadouros para o mosquito e ainda orientar os moradores sobre a doença, uma vez que a dengue pode levar a pessoa a òbito.
Outra medida que está sendo tomada através da imprensa local, é a divulgação de uma chamada via rádio alertando a população sobre os cuidados que cada um deve ter para evitar a proliferação do mosquito, e conseqüentemente a doença.
De acordo com a vigilante em Saúde, Fernanda Esser, as campanhas e as iniciativas da Saúde são importantes, mas acima de tudo esta a consciência dos moradores, pois só através da conscientização das pessoas, evitando deixar em seus quintais os materiais que acumulam água parada, se conseguirá eliminar o mosquito.
“Se não existir o mosquito, não vai existir a doença, uma vez que só se contrai a Dengue se houver picada do mosquito, por isso se eliminarmos de nossos quintais os recipientes que servem de criadouros, iremos eliminar o mosquito e a Dengue do nosso meio”, explica a vigilante.
Segundo ela o trabalho de orientação e de visitações às residência irão prosseguir na semana que vem, até porque é uma exigência da secretaria de Estado da Saúde, que recomenda aos municípios as campanhas intituladas, “volta as aulas sem Dengue”, e “carnaval sem Dengue”.
Dados no município
De acordo com o setor de endemias, que desenvolveu nos últimos dias levantamento dos índices no município, é recomendado que seja visitado 10% das residências. Após o levantamento ficou constatado que o índice foi 7,54%, considerado alto, uma vez o tolerável é de 0,99%. Deve-se levar ainda em consideração que foi registrado um caso da doença. A pessoa já foi tratada, recebeu alta, e passa bem.
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