Quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
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Alunos e professores da escola Santos Dumont, em Nova Aurora, contam com uma nova ferramenta para levar mais conhecimento para a sala de aula. O Projetor Proinfo, que reúne em um único equipamento projeção, computador e acesso à internet, já está sendo usado diariamente pelas turmas de 1ª a 4ª série do ensino fundamental.
A escola é uma das 89, em todo país, que receberam o aparelho multimídia do Ministério da Educação. Até o final do ano, outras 261 instituições, entre escolas públicas, coordenações estaduais do Programa Nacional de Informática na Educação (Proinfo Integrado) e representações estaduais da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undimes) deverão receber uma unidade do projetor.
Ao todo, 350 instituições participam dessa fase piloto. Na escola Santos Dumont, os professores garantem que ficou mais fácil conseguir a atenção dos alunos.
Para o secretário de Educação a Distância do Ministério da Educação, Carlos Eduardo Bielschowsky, um dos idealizadores do Projetor Proinfo, as escolas públicas brasileiras entram em uma nova fase da era digital ao começar a usar um equipamento inovador em suas salas de aula. “Não será mais necessário se preocupar em montar equipamento. O projetor é portátil e de fácil manuseio”, afirma.
O produto já está em análise para registro de patente no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). O projeto foi iniciado no MEC e contou com a colaboração da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Desenvolvido pela Fundação Centros de Referência e Tecnologias Inovadoras (CERTI), o aparelho nasceu como uma solução portátil multimídia que agrega funcionalidades de projetor e unidade de processamento de baixo custo.
O uso é focado na dinâmica dos trabalhos em sala de aula, possibilitando conexão com a internet, portabilidade, manipulação de conteúdo multimídia (como vídeo e apresentação de slides, com projeção em qualquer parede), desenvolvimento de tarefas colaborativas e apresentação de conteúdos educacionais.
O Ministério da Educação trabalha agora em um edital para contratar uma empresa que produza mais unidades, que serão distribuídas às escolas públicas após o término da fase piloto.
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